segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Agarre o seu amor!

Sinceramente, estou de saco cheio dessa palhaçada de jogos de conquista.
Quando um quer o outro faz charme, depois finge que não quer mais e o outro resolve querer, depois os dois agem como se fossem amigos.
Vamos parando com essa palhaçada! Por favor, me poupem dessas idiotices!
AMOR não é assim, o amor é sincero e independe desses joguinhos.
O amor é livre e busca aquilo que ele deseja... Se o outro não corresponder é normal que você se sinta um idiota.
Mas o amor é assim mesmo, costuma deixar todo mundo idiota. E é ai que vem a graça! A graça de andar na rua com um sorriso que para os outros é inexplicável, mas que pra você faz todo sentido.
O mundo parece estar sorrindo pra você, então sorria de volta!
Dançar com seu amor na rua parece perfeitamente normal, chorar de emoção ao receber aquela mensagem quando se esta sozinha em um ônibus lotado indo para o trabalho, e não ter a menor vergonha disso, isso sim é amor, este sim é o verdadeiro espírito do amor.
Se você um dia viveu isso, sabe do que eu estou falando, o sentimento de liberdade e ansiedade numa mistura de desejo e saudade infinita. Se não viveu ainda, espere e viva cada momento junto ao seu amor como se fosse único, como se nunca mais fosse estar ali sentada na praia olhando pro mar ao lado dele.
Mostre a ele o quanto cada momento ao seu lado é importante e o quanto você quer e gosta de estar ali. Mas não diga isso com palavras, diga com olhares, beijos e muitos abraços!
Agarre o seu amor... Sempre!
Mesmo que os outros não aprovem, viva uma história de cinema, seja a protagonista, faça de você e dele o casal principal.

Duda.

Maria Eduarda, mais conhecida como Duda, é amiga Dellas e escreve com co-participação.

domingo, 27 de novembro de 2011

Abraço ou beijo?

O abraço, um carinho.
O beijo, um desejo ou algo formal?
Íris esse daqui é o Lucas, ai lá vou eu "tascar" dois beijos secos em um rosto desconhecido. 
Porque tenho que te beijar? Não posso usar o famoso aperto de mão, que é visto como antipático para os mais sociais?
Não te conheço, nunca te vi e não quero te beijar!
Ou então, as pessoas dão a famosa encostada de bochecha com bochecha e fingem dar um beijo.
Um beijo no ombro é melhor que um beijo de "Oi, tudo bem?"
Agora francamente, 'cá' entre nós...
Melhor do que beijo em quem você gosta é um abraço apertado em quem você ama.
Um abraço seguido de cheiro e apertos...
Um abraço sem hora para acabar...
Um abraço que diz "Não saia daqui!"!
Quando uma pessoa querida está indo embora, seja pra morar em outra cidade, estado, país ou passar um final de semana fora e você sentirá saudades ou não queria que isso acontecesse, a primeira reação é um abraço apertado, onde se fecham os olhos na tentativa de eternizar aquele momento.
Um abraço bem dado é o melhor carinho.
Um abraço bem dado é um vínculo.
Então respondendo a pergunta.
Entre o abraço e um beijo.
Fico com o abraço, ele que me acolhe dos meus medos.

Íris Prieto.

sábado, 26 de novembro de 2011

Agora é a minha hora!

Então é isso... Começo aqui a me despedir de você, começo a vislumbrar outras paisagens, a sentir outras possibilidades. Quando tudo o que eu queria mesmo era que eu pudesse sentir, tocar, experimentar tudo nessa vida com você ao meu lado. Mas é assim mesmo, nunca é do jeito que achamos que é certo, é sempre do jeito que tem que ser. Eu realmente espero que você seja totalmente, completamente feliz!  É o que eu te desejo do fundo do meu coração. Acho que eu sempre vou te querer e sentir essa vontade louca de você... Ou talvez não. 
Tudo o que eu quero pra mim de melhor, desejo pra você em dobro e em triplo! Apesar de tudo o que aconteceu, de tudo o que não aconteceu, de tudo o que de uma certa forma vivemos e tudo o que poderíamos ter vivido.
Acho que  poderíamos ter sido tão maiores do que fomos, do que você quis que fôssemos. Mas as coisas são como devem ser.
Espero ansiosamente o dia em que terei  você como uma agradável memória e não como uma impossibilidade.
Apenas espero que você saiba lidar com todas as situações da melhor forma possível!
Vou sentir falta de você. Espero que sinta a minha pelo menos um pouquinho.
E vou embora, saudável, sadia e sabendo que agora sim é o momento certo.
Agora é a minha hora de continuar a viver.

Yasmin Bardini.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O nome dela... é feitiço.

Ela é bonita. Com um cabelo aloirado e que sensacionalmente a deixa com um rosto penetrante. Um temperamento, como diria ela, dos fortes.
Ela tem um estilo hippie chic, sensacional. Uma personalidade de terra, capricorniana. Um estilo nada clichê, que desperta olhares e atenções de diversas tribos.
Não a conheço, mas é disso mesmo que ela está falando, extravagância!
Ela gosta de ser um estorvo bom. Ela encanta uma roda de amigos numa mesa de bar... Ela quer saber do reveillon, em francês mesmo!
Ela dança até o chão, ela faz xixi no chão e sabe até onde vai seu coração.
Ela parece se conhecer muito bem.
Ela xinga, fala alto e ri dela mesma. Brincalhona e com aspecto de durona sentimental, confessa ser carente e gosta de abraçar as pessoas. Se bater na carcaça, a paixão abre a porta.
De belos dentes, é daquelas de marcar com um sorriso na foto e seu ar espontâneo deve causar um abalo em muita gente.
Garota que sente, que sofre, que deve chorar escondida. Que mostra fibra e intensidade.
É disso que eu estou falando.
E cala a boca, quem fala agora sou eu.

Penélope Pren

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Porta aberta

Por que irei me enganar?
Pra que beijar outra boca por beijar?
Iludir minhas próprias vontades já seria demais.
O abraço é animador, as expectativas em cima de mim são grandes, mas tenho muito por de trás desses panos e sorrisos que sei fingir muito bem.
As minhas vontades são tão secretas que não consigo nem compartilhar comigo mesma.
Não queria te magoar e nem fazer desistir, mas não dá mais pra mim.
Meu caminho é outro, o meu abraço preferido não tem mais o seu cheiro.
Apesar de querer distância, agora não dá, não vou conseguir me separar. Me deixa aproveitar, já já volta tudo pro seu lugar. Eu curtindo a vida a doidado e você me acordando com um bom dia suado.
Não venha atrapalhar meus pensamentos, sendo errados ou não, eles são meus.
Deixe-me viver a minha vida secreta, mas pode deixar a porta aberta.

Íris Prieto

domingo, 20 de novembro de 2011

Mude sua imensidão!

Se for para sair de casa, que seja para ganhar o mundo!
Acredite.
Se for para parar no meio do caminho, que seja para recuperar o fôlego!
Suspire.
Se for para dar o primeiro passo, que seja o impulso de um salto!
Ouse.
Se for para descansar, que seja no topo!
Relaxe.
Se for para trocar as paixões, que seja pelo amor de sua vida!
Sonhe.
Não mude de trabalho, mude de atitude!
Evolua.
Não celebre datas, comemore realizações!
Abrace.
Não se contente com menos, exija sempre o melhor!
Invista.
Seu futuro está em suas mãos, faça o melhor da vida acontecer...
Agora!


Penélope Pren.

A grandeza de estar perto delas...

E hoje as meninas resolveram sair....
Saímos, dançamos, bebemos e nos divertimos horrores!
E não digo que foi uma noite perfeita não, tivemos situações diferentes, nada normais. Mas rimos e gargalhamos, mesmo nos momentos mais críticos da noite.
Mulheres bonitas, somos nós...
Bebíamos nossa vodka com sabor de fruta, fumávamos nossos cigarros e tudo parecia longe, distante, em outra vida talvez... Todos os problemas e as agonias do dia-a-dia desapareceram. E pra isso só bastou nos juntarmos e trocarmos energias, ideias, opiniões e o mais importante RISADAS!
Junte-se com quem te torna leve se você for intenso. Junte-se com quem te torna mais consciente, se você for muito avoado. Enfim, junte-se com quem te traz a leveza da vida e te faz dançar, brincar e flutuar sem você nem ao menos tirar os pés do chão.
Amigos, puta palavra importante!
Nem sei como seria a minha vida louca vida sem eles, mas com toda certeza seria uma grande chatice!

Yasmin Bardini

sábado, 19 de novembro de 2011

História repetida

E quando sentada em um bar em um dia mais ou menos igual aos outros com um amigo te distraindo da mesmice de sempre, o samba rolando na rua, batucadas e garotada.
A sexta-feira sempre foi o melhor dia da semana pra mim, de uns tempos pra cá não tenho apreciado com moderação e nem deixado ela me levar.
Dessa vez foi diferente...
O mesmo amigo, no mesmo bar, esperando a mesma galera.
Aquele que despertou o meu amor mais louco e mais puro apareceu com o rosto cansado e um sorriso safado.
Meio sem graça, sem saber quem estava comigo, chegou de mansinho, um abraço de saudade sempre misturado com suas maldades.
Pensei que viria acompanhado de um "tchau", como sempre.
Mas o assunto fluiu e a conversa rendeu.
Na cadeira ele resistiu.
O seu melhor amigo daquela época foi convocado e também apareceu.
Senti como se estivesse em um filme antigo.
Encontrar com você no mesmo lugar onde começou nossa história parecia algo sobrenatural.
Você sentar em uma mesa e me tratar como eu queria parecia um sonho surreal.
E com os olhares de repreensão que sempre me lançou, me fez sentir em um passado sem igual.
A vida mudou bastante.
Apesar de falar sempre com você, ser pega de surpresa me fez estremecer.
É muito bom curtir tudo, sem motivo pra sair, pra sumir ou para fugir.
Seus abraços e implicâncias são as mesmas.
Seus beijos e seus jeitos não mudaram.
Meu desejo e seu corpo se encaixam.
Um abrigo de muitos anos, a história repetida, aquela do começo da minha vida.

Íris Prieto

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Nova e única!

Noite fria. Aniversário de uma amiga em comum e estávamos dividindo a mesma mesa. O papo era ótimo e o vinho rolava solto... Taças e mais taças! E você virou minha grande amiga de bar.
Até que já são altas horas da noite e eu resolvo ir embora, me despeço de todos e me preparo para chamar um taxi quando você me pergunta se eu não quero dormir na sua casa que fica a dois quarteirões, pois pegar taxi sozinha, tarde da noite, depois de beber essa quantidade absurda de álcool não é uma boa ideia. Pergunto se realmente não tem problema e você diz com veemência que não. Tudo bem então, entramos as duas no taxi, pois sua casa é perto, mas não tão perto assim.
Não demorou nem cinco minutos e como todos já estão dormindo, tentando não fazer barulho, vamos direto para o seu quarto. Fotos suas espalhadas por toda a parede, viajo nelas... E já me sinto sua amiga íntima, você vira minha amiga de anos.
A cama não é grande, mas parece acolher nós duas com facilidade, a gente deita bem próximas uma da outra. E aí vem um carinho inocente que faz surgir um arrepio na espinha. Uma sensação diferente me invade e antes que eu consiga dar por mim, estou sentindo seus lábios macios nos meus. Minhas mãos passeiam pelo seu corpo cheio de curvas delicadas. Percebo você descobrindo e o que a minha roupa deveria encobrir... Roupa? Cadê?
Já não consigo controlar meus atos. Meus desejos parecem se rebelar, querem se expandir e explorar cada detalhe dessa aventura surreal. Até que termina, não lembro bem como, mas termina. Aliás, não sei se vou me lembrar de muitas coisas no dia seguinte, mas vivi uma experiência nova e única.
Se vou me arrepender quando todo este teor alcoólico estiver fora de mim, também não sei... Só sei que a nova amiga de anos dividiu comigo uma noite sem lei, sem limites e sem comparações.

Felícia.

O que eu faço com você?

Não me fale como eu deveria agir, porque você não quer me entender.
Você me diz que eu falo coisas tristes, que eu quero te esquecer, mas é você quem não quer se lembrar da gente.
Você me fala em mil declarações as mesmas coisas de sempre, as mesmas coisas que eu quero ouvir e saber de você.
Você não me conhece, não sabe o que eu sinto, não sabe o que eu guardo e o quanto eu levo de você.
Sua presença me pesa o juízo perfeito, me desequilibra entre meu desespero e minha paixão.
Você me tirou a paz prometida a mim, por mim mesma.
Você precisa de mim, assim como eu de você.
Eu quero mais. Você quer mais?
Aquele seu olhar me tarando, me querendo... Eu faço o quê com ele, se não posso te aproveitar e te domar? E você não pode me tomar o seu cheiro, que deixou entranhado na minha roupa e cabelo.
O que eu faço com a estrela perdida e sem luz que só brilha e explode quando você sussurra no meu ouvido palavras mesquinhas e deliciosas?
O que eu faço com você, com todo seu disse-me-disse, se o que eu almejo é te arrancar do meu peito, ou te enfiar no meu quarto, nas minhas fotos e na minha vida?

Não saia daqui... Eu preciso de você.

Penélope Pren

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Confusão

Me tira daqui.
O sorriso dele é o mesmo comigo, o abraço também.
Suas histórias e brincadeiras são sempre tão inusitadas.
Não brinque de novo comigo, me deixa sair, recuse qualquer pedido.
Não quero mais esse mal que me faz tão bem.
Não quero mais abraços tão cheios que me deixam no vazio quando você vai.
Não quero criar confusões na sua cabeça, pois de confusões na cabeça, já bastam as minhas.
Não quero encaixes durante o dia e nem hora extra.
Queria carinhos sem hora pra acabar.
Queria beijos sem me preocupar com o lugar.
Queria correr agora e te abraçar.
Queria teu cheiro.
A minha cabeça esta a mil, meu coração parou de funcionar.
Não vou voltar atrás, isso foi o certo a se fazer.
Esse é o meu caminho, não queria acabar com a minha fantasia do nada.
Não queria te mudar de posição.
Os seus carinhos me fazem falta.
Tirei o peso das costas e sobrecarreguei o coração.
Quero gritar, xingar, sumir.
Quero pisar, até você desistir.
Quero que você não saia mais daqui.
Quero ter você pra curtir mais do que a gente já curtiu, quero te tornar real.
Não quero nada pra sempre, nem quero te prender nas mentiras de um relacionamento normal.
Eu só quero você. 
Quero o “bom dia” sorrindo. 
Aquele que se tornou meu abrigo.
Não quero te negar.
Também não quero te deixar levar.
To confusa no que quero e no que não quero.
Já to sabendo onde isso vai dar.
Não sou vidente, mas para o final dessa historia eu já sei o que esperar. 
A verdade é que sei onde eu queria estar.
Mas deixa tudo nesse pé, nossas poucas coisas nessa maré.
O destino vai fazer o que tiver que acontecer

Íris Prieto

domingo, 6 de novembro de 2011

Ele me faz tão bem!

Ele era um menino comum, que não supria em nada a falta que outro me fazia e nem as necessidades que eu julgava por mim mesma, fundamentais.
Ele é bonito, bem bonito. Sempre cheiroso, um jeitão meio descolado, que me encata. Eu gosto de estar com ele. Mas não é uma necessidade real de ser, toda, dele.
Não sei se eu seria capaz de amá-lo. Mas pelo ciúmes que sinto, nossa, possivelmente me apaixonaria por toda essência que aquele corpo trasnmite.
Ele entra na minha alma com um carinho tão imenso, que me recrio. O analiso, ele me faz bem. Me sinto feliz.
Ele me traz expectativas de coisas que não acontecerão.
Confesso que não sinto saudades, mas gosto de saber que ele estará lá quando eu estiver também.

Não sei bem, o que isso quer dizer....
Mas ele me faz tão bem.

Penélope Pren.