quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Sem tempo pra perder tempo!



Não é possível, as pessoas combinaram!
Toda e qualquer pessoa que me vê, me chama para ficar falando de ex namorado.
Vem aquela amiga que não escuta os conselhos e continua fazendo burrada por causa do ex.
Vem aquele amigo que só pensa na ex e não vê outra saída a não ser lutar com a sua última força para tê-la ao seu lado.
Aquele melhor amigo que sempre que pode encaixa no assunto uma de suas ex's.
E aquela menina que na última festa te deu ideia e puxa assunto com você para falar da ex.
Mas o que é mais absurdo de todos é aquele cara que você está super afim e ele não para de falar da ex, sendo que na noite anterior vocês estavam “in love”.
Pelo amor, né? 
Qual a dificuldade de se desfazer? Chorar, sofrer, sentir é tudo aceitável, mas até quando você vai viver um passado que você vive sozinho?
Trocar mensagens, telefonemas, se torna absurdo pra mim. Não prorrogo o sofrimento, não sorrio em uma ligação pra de noite dormir sozinha, pensando no que aquele egoísta que me ligou ha poucas horas estará fazendo. Talvez este seja o meu mal, mas quando estou sem forças pra lutar, escuto as pessoas que estão vendo de fora e me deixo levar, com isso a minha ferida se fecha mais rápido.
A impressão que tenho é que fica todo mundo vivendo um amor sozinho e deixando de aproveitar o agora, o hoje. Pessoas que terminaram, parece ter terminado uma vida. 
Ei gente, o que está havendo?! 
Creio que estamos deixando de lado outros grandes amores, outra grande história. 
ACORDA! Não se pode sofrer eternamente. Quando trocaram juras de amor, dizendo ser pra sempre, o seu erro foi acreditar nisso. Quando você fica pensando o que fez de errado, não enxerga que seu erro foi ser o melhor e nem sempre o melhor satisfaz as pessoas e se não satisfez o tal grande amor da sua vida, deve ser porque ele não era tão grande assim.
Será que voltei pra estaca do coração gelado? Será que ele virou pedra? 
Ou será que as pessoas tem um vício em ter um porto seguro?
O que me aparenta é que as pessoas gostam e se apegam para sofrer, tanto sorriso por ai e vocês todos com a cabeça em outro lugar. Se permita a viver sem uma pessoa que escolheu não estar mais com você. 
Você sabia que amanhã você pode morrer atropelada? 
E que ficou os seus últimos dias vivendo um amor sozinha, enquanto o grande amor da sua vida só te trazia aporrinhação. E ele vai chorar a sua partida, mas logo terá outra mulher que era jurará amar eternamente? Pois é, mude.
Ou as pessoas cansam ou você perderá tempo.

Íris Prieto.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

A história gostosa esperando pra ser contada...



Ih, ele já fez parte da minha vida e acredito que só não tenha feito mais porque o destino já tinha sido reservado naquela hora. Mais história, mais preocupações, mais razões pra não ficar.
Se não fosse isso, eu estaria disposta a tentar.
Ele é alto, moreno, bonito. É engraçado.
Me faz rir, tem piercing’s em lugares inacreditáveis.
Tem um papo de malandro, mas tão envolvente que a gente se perde.
Sorriso largo, despretensioso.
Nunca transamos, não sei o som que tem o prazer dele. Não sei...
Só sei que ele se encaixaria perfeitamente na minha vida, não sei se como príncipe, mas como uma história gostosa e destemida só esperando seu momento certo de acontecer.
Lembro do beijo, um dos melhores, um dos que se encaixaram de primeira. Saboroso.
Lembro do que foi gostosinho de viver e hoje eu acho que ele tá voltando.
Já me fiz bem clara e espero que o recado tenha sido entendido. E acho que foi.
Bem...Se algo não sair como o planejado, eu vou seguindo com as memórias que são boas que são macias que nem a pele dele.


Yasmin Bardini.

Ela tem medo de barulho.


E a gente ainda tem que arrumar razão pra sorrir. Cansada, sem motivação. Às vezes penso que depressiva até.
Mas não chega a tanto. Brigas, brigas e brigas e quando tudo termina, eu me encontro sem forças, sem vida, sem vontade. Com medo do inferno que vez ou outra vem nos assombrar. 
A energia negativa que suga toda a aceleração do meu coração, até que um coração forte, desmazelado, cheio de vida e ambições nada mais é que um coração apertado de uma criança assustada. 
Eu não queria também que ela sofresse porque ela não merece, mas chega uma hora que não sabemos o que fazer, não sabemos como agir.
Não sei, eu não sei. Quero defendê-la como sempre fiz e por mais que meus gritos saiam estridentes, a minha força que vem de dentro, diminuiu. Esvaiu como a admiração que sentia por ele.
Se tornou pó como a visão de herói que toda menina tem e quer ter, quer manter.
Eu, hoje mulher, sou remetida sempre aos mesmos episódios, as mesmas angústias. E isso tem um peso em mim que ninguém nunca saberá. É um trauma misturado com medo, com nojo, com tudo o que há de sujo.
E ninguém nunca suspeitará que por trás de um rosto valente, mora uma menina que tem medo de gritos e palavrões.

Yasmin Bardini.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Tapa de gente grande.



Ai você se dá conta que simplesmente achou demais, eu já expliquei minha teoria "achista", anteriormente, enquanto você está achando, achando, achando, as coisas vão acontecendo. E aí, tapa na sua cara. 
Tapa forte, como se cansado dos seus “achismos”, os anjos falassem: "Com essa rapariga, tem que ser preto no branco, dá uma surra nela!" e aí, você tem a certeza de tudo o que não queria ter, ver ou saber. 
Tapa de gente grande.
Pois é... Como doeu!
O marmanjo ainda está na síndrome de Peter Pan. 
Pedindo desculpas por erros adolescentes e refazendo toda a putaria da sua juventude - passada -, e ainda assim sendo legal com as poucas que algum dia fizeram algum tipo de "meio" sentido.
Meio, porque esse, é de metades.
E você, se encontrando no meio dessa merda, dessa palhaçada, deixa o super herói egocêntrico comandar a reviravolta. Ei ei ei! Abra os olhos, fique sem paciência pra si mesma! Canse da sua cara e arrisque outra bosta de história. Afinal, qual o desfecho que você quer?
Comprar uma roupa bonita e abusar do meu novo all star. Essa é a ideia! Colocar um batom vermelho e o melhor perfume. Vou me deixar transbordar de tudo o que vier. Vou deixar eu não ser o que sou e respirar muito mais o que quero ser. E aí, se você quiser esperar... bem. Senão...? Já falei “foda-se” antes?!
Vou querer a música muito alta. Entrar em outro horizonte bem mais forte que eu, bem mais forte que você. Eu quero poder falar um "foda-se" (Agora sim, eu já tinha dito antes!). Tranquilamente e sem culpa.
Culpa é o caralho! Não é mesmo? Quem foi que errou? Quem foi que deixou de fazer? Quem foi que permitiu que tudo o que aconteceu, de fato acontecesse? Fui eu. Foi mais uma vez, por egoísmo encubado que eu não te deixei partir antes, não foi? Então, agora por egoísmo demonstrado, vá pra puta que te pariu.
O que você quer? Você quer tudo. Mas quer tudo pela metade. Sei como é... Talvez você ainda não tenha se conscientizado que “tudo” é uma coisa que não dá pra ter. Principalmente você, que vive de metades, que se satisfaz com poucos afetos, poucas palavras, poucos, menos, nada. Até que uma nova - ou antiga - pessoa (re)aparece na sua vida, e suas metades se enchem.... Assim, quando quiserem encher, completar, você começa a mostrar seus limites, tentando limitar a intensidade dos outros. Se deixando leve, pesando nos outros.
Absoluto, é o amor que você provavelmente ainda não sentiu.

Penélope Pren.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Só de vez em quando. Só pra sempre.



Eu não sei o porquê de boa parte das mulheres estarem solteiras, mas imagino. 
Os homens e suas cantadas de meia tigela. 
Andando pela rua e pela vida, você tem uma amostra grátis da vasta criatividade e da sedução que eles exercem. 
É cada uma que não dá pra entender.
Solteira eu, há mais de um ano. Quando digo solteira, me refiro a presença de alguém interessante na minha vida. Tenho alguns "alguéns". Mas nenhum que permaneça me afetando, me roubando os pensamentos ou me deixando com a boca seca de tanta vontade.
Como eles ousam me deixar tanto tempo sem frio na barriga? 
Como ousam não me despertarem nada? 
Uma afronta, um abuso.
Eles no máximo, me dão momentos de tesão. E quando beijam minha boca ou qualquer outra parte do meu corpo arrancando um gemido ou outro. Mas quero mais, bem mais.
Há um ano, mais ou menos, eu tinha menos do que eu tinha hoje. 
Mas se eu pudesse, nesse exato momento, olhar pra trás e voltar, eu voltaria. Eu voltaria àquela mediocridade da qual eu me deixava ser  vítima, sem pensar duas vezes.
Seu beijo ainda me desperta tudo, sem me despertar nada. Seu beijo ainda me dá de brinde uma viagem à outra galáxia, mesmo eu não saindo do chão.
Saudade vem do nada. Saudade, eu nem sei de quê. Saudade do sentimento que nem eu entendo.
Você me machucou e as feridas ainda fecham. Hoje, eu sou mais mulher, não sou mais sua, mas sou mais.
Eu ainda quero que você volte, mas só de vez em quando. Só pra sempre.

Yasmin Bardini.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Leviandade deveria ser pecado.


Será que há algo mais nojento do que alguém leviano?
Será que as mentiras, as desculpas são dadas conscientemente? Ou não?
As pessoas realmente acreditam que todo o resto dos mortais são bobos, imbecis, tolos infantis.
A leviandade deveria ser um pecado em qualquer relacionamento. 
Quem é leviano não é confiável.
Não há nada, nada na minha visão que separe uma coisa da outra. Nada.
Ser leviano é ser desrespeitoso. É ter a certeza de que serão colhidos frutos estragados em suas colheitas.
E quando falo em ser leviano, não me refiro somente a homens e mulheres, me refiro a seres humanos sendo tão verdadeiros quanto notas de vinte e cinco reais. 
Falando mentiras, fazendo promessas que jamais serão cumpridas.
Falando de pessoas pelas costas, mas oferecendo os mais "sinceros" sorrisos quando cruzam com elas nas ruas.
Como me disseram um dia: "Você não entende porque você é íntegra."
E é isso. Eu nunca entenderei, nunca acharei normal e não confiarei nessas pessoas. Simplesmente porque eu não consigo ser assim ou achar que as mesmas pessoas que oferecem sorrisos falsos e boa vontade artificial serão diferentes comigo.
E daqui a pouco o alvo de toda essa energia serei eu. 
Porque isso é o que os levianos fazem.

Yasmin Bardini.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Cuide, mas pague as contas!


O que mais tem por aí são pessoas com mestrado e doutorado na arte de meter o bedelho na vida alheia.
Sabe uma coisa que me irrita muito? Pessoas que querem tomar conta do meu dinheiro, por exemplo.  E, consequentemente, da minha vida. 
O DINHEIRO É MEU! Se eu quiser gastar em baladas, roupas, sapatos, comida, maquiagem, brinquedos eróticos ou com o que quer que seja, o problema é único e exclusivamente meu. 
Se não tem mais o que fazer, plante bananeira, oras!
Mas não, o fato é que realmente existem pessoas que preferem se preocupar com o que o Fulano faz ou deixa de fazer, com a roupa que o Ciclano usa ou deixa de usar, aonde o Beltrano vai ou deixa de ir.
E não se dão conta que o tempo é algo muito precioso. A vida é uma só e além de ser curta não existe botão de rewind. Ela precisa ser vivida e precisa ser bem vivida.
Já cantava o grande Lulu Santos: “Hoje o tempo voa, amor. Escorre pelas mãos, mesmo sem se sentir que não há tempo que volte, amor.”
Às vezes, só cuidar da nossa própria vida é deveras complicado... Pois é! E ainda assim tem muita gente por aí querendo se intrometer na vida dos outros.
Mas pagar as contas alheias ninguém quer, né?!

Felícia Bacci.